É claro que, independente dos ensinamentos que me são passados, posso agir da maneira como eu bem quiser. Acontece que alguns desses princípios são muito coerentes com a maneira que acredito ser a mais correta para enfrentar a vida.
E aí você decide que falar a verdade, doa a quem doer (mesmo que esse “quem” seja você) vai ser muito mais que um discurso bonito e, então, passa a ser um de seus guias.
Você realmente acredita que é um jeito raro e sensato de viver nesse mundo tão cheio de banalizações, do qual a sinceridade está quase sendo extinta. Mas não se engane, há muitas pessoas que não sabem reconhecer essa virtude e com certeza uma delas cruzará seu caminho e te fará se perguntar qual o limite dessa tal sinceridade.
A dúvida ainda está por aqui, mas espero continuar acreditando que a verdade é sempre a melhor pedida e entender, de uma vez por todas, que seu reconhecimento não é problema meu e nem deve me machucar quando não acontecer.
Bastava estar ali pra eu sentir bem vivo tudo o que alimentei durante o dia… agora, basta estar ali pra todo o esforço feito durante o dia ir por água abaixo !
Isso não quer dizer que te amar e estar ao seu lado me basta. Simplesmente significa que eu vou te amar pra sempre, mas não passará disso. Não porque eu quero que seja assim, é porque tem e vai ter que ser assim. Dizer “eu te amo” não é forte demais para a situação, porque eu te amo e agradeço por…
Essa vai pro aniversariante do dia: @rgabreu ! Acho que nada do que eu disser será novidade, afinal, eu sempre digo que você é muito especial… que você é pra sempre, né?! rs… Talvez até esteja cansado de ouvir =P
Mas é sempre bom reforçar, até porque você não me leva a sério mesmo, haha… então, quem sabe não te venço pelo cansaço, rs…
“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.”
- Carlos Drummond de Andrade -
Muitos anos de vida, Pretito. ♥
Nunca mais outro alguém me fará sentir essa coisa que eu nem sei se tem nome. Isso que só você é capaz de despertar em mim, é uma vontade de entrega jamais sentida. É exclusividade sua. Posso jurar que ninguém mais saberá fazer (eu me sentir assim) com o mínimo de semelhança. Não sei por qual motivo tento entender e explicar o que é apenas para ser sentido, mas é que está transbordando. É uma certeza absurda de que tudo isso só vai acontecer, desse jeito, uma vez nessa vida.
Ensinamentos que nos são passados desde sempre. A princípio, não compreendemos ao certo alguns deles. Quando tomamos conhecimento de determinadas situações e dos motivos que as provocam e, finalmente, podemos tirar conclusões próprias, surgem comparações com os tais ensinamentos… alguns comprovam-se, outros tantos perdem o sentido. Até perceber isso, é uma confusão só, como iremos dizer aos que dedicaram suas vidas - passando experiências e tentando privar-nos de todo e qualquer tipo de sofrimento, mesmo sabendo que essa é uma missão impossível - como dizer que não partilhamos das mesmas opniões? Soa como traição, é como se anulássemos o esforço feito por eles. Tempestade em copo d’água? Talvez, mas deve fazer parte do processo de entendimento do mundo adulto. E aí chega a hora de fazer-se ouvir. E aí chega a hora de aprender a conversar, de saber que as pessoas não mordem (a menos que a gente queira, claro, rs.). Hora de resolver os próprios problemas.
Ter consciência de que isso não me faz tão bem quanto eu gostaria, estranhamente, parece me prender ainda mais. Talvez por ser a única forma de manter isso vivo. É o velho lance de não querer entregar os pontos, mesmo sabendo que, independente disso, não haverá ganho algum. Analisando friamente, nada mais é do que uma batalha/guerra comigo mesma: aceitar de uma vez que não vale a pena, ou insistir em algo cujo fim é previsível?